Desvelando o Passado Profundo

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O que são os Geoglifos?

Os geoglifos são impressionantes estruturas escavadas no solo, formadas por valetas e muretas que criam figuras geométricas de diferentes formatos e dimensões. Esses sítios arqueológicos estão localizados na região sudoeste da Amazônia Ocidental, especialmente na porção leste do Estado do Acre, em áreas de interflúvios, nascentes de igarapés e várzeas, principalmente ao longo dos rios Acre e Iquiri. 

Até o momento, mais de 1000 sítios arqueológicos desse tipo foram identificados no Acre, número que continua crescendo conforme novas pesquisas são realizadas, inclusive na região sul do Amazonas nos municípios de Boca do Acre e Lábrea.

Foto: Diego Gurgel

Nossos Eixos de Atuação

Pesquisa: Desvelando o passado profundo

Investigamos os geoglifos da Amazônia com abordagem científica e multidisciplinar.

Educação: Geoglifos nas escolas

Promovemos educação patrimonial conectando escolas, comunidades e território.

Tecnologia: Mapeamento com LIDAR

Aplicamos tecnologias avançadas para mapear geoglifos...

Sustentabilidade: Territórios Ancestrais Vivos

Integramos saberes ancestrais à preservação dos geoglifos e da floresta.

Turismo: Rota dos Geoglifos

Desenvolvemos turismo sustentável que valoriza a cultura local e o território.

In Memoriam

Professora Rosalie Benchimol (1936–2015)

Prestamos nossa profunda homenagem à Professora Rosalie Benchimol pela sua essencial valorização da pesquisa científica na região amazônica.

Seu compromisso incansável com a educação, a ciência e a história do Amazonas abriu caminhos que hoje trilhamos com gratidão e respeito. Foi por meio de seu incentivo, coragem intelectual e visão de futuro que muitas iniciativas científicas ganharam voz, espaço e legitimidade.

“Desvelando o Passado Profundo” não é apenas uma exposição de descobertas arqueológicas, mas também um testemunho do legado que Rosalie nos deixou: o de olhar para a Amazônia com os olhos da curiosidade, do rigor científico e, acima de tudo, do pertencimento.

Seu legado vive em cada pesquisa que ousa perguntar, em cada imagem que revela o invisível.