
Floresta ao redor de “cidade perdida” da Amazônia guarda marcas de agricultura
Análise de sedimentos reconstruiu 2.770 anos de ocupação humana no Equador e indica que a composição atual da vegetação pode

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No dia 6 de agosto de 2026, o Instituto Geoglifos da Amazônia (Brasil) e o Centro de Estudos Arqueológicos Pré-Colombianos

Rio Branco celebra o Dia dos Geoglifos com programação que une turismo, ciência e educação patrimonial Evento promovido pela Prefeitura

Evento ocorreu nesta sexta-feira (26) no Horto Florestal, em Rio Branco, com especialistas, pesquisadores e estudantes com objetivo de aproximar

Geoglifos no Acre revelam passado desconhecido e reabrem debate sobre a origem dos povos da floresta O tema nos foi

Colaboração de Alceu Ranzi. O texto se baseia em pesquisas publicadas na revista científica Cambridge University Press, especialmente no estudo Pesquisas
Expedição – Desvelando o Passado Profundo
Os geoglifos são impressionantes estruturas escavadas no solo, formadas por valetas e muretas que criam figuras geométricas de diferentes formatos e dimensões. Esses sítios arqueológicos estão localizados na região sudoeste da Amazônia Ocidental, especialmente na porção leste do Estado do Acre, em áreas de interflúvios, nascentes de igarapés e várzeas, principalmente ao longo dos rios Acre e Iquiri.
Até o momento, mais de 1000 sítios arqueológicos desse tipo foram identificados no Acre, número que continua crescendo conforme novas pesquisas são realizadas, inclusive na região sul do Amazonas nos municípios de Boca do Acre e Lábrea.
Prestamos nossa profunda homenagem à Professora Rosalie Benchimol pela sua essencial valorização da pesquisa científica na região amazônica.
Seu compromisso incansável com a educação, a ciência e a história do Amazonas abriu caminhos que hoje trilhamos com gratidão e respeito. Foi por meio de seu incentivo, coragem intelectual e visão de futuro que muitas iniciativas científicas ganharam voz, espaço e legitimidade.
“Desvelando o Passado Profundo” não é apenas uma exposição de descobertas arqueológicas, mas também um testemunho do legado que Rosalie nos deixou: o de olhar para a Amazônia com os olhos da curiosidade, do rigor científico e, acima de tudo, do pertencimento.
Seu legado vive em cada pesquisa que ousa perguntar, em cada imagem que revela o invisível.